
a poeira escreve
o dedo na mesa
fica a pedra
presa no dente
depois de morder
a lua em seu deserto
vazio cheio de cavernas.
o amor viaja no sangue
movido a limão
e cana nobre
na pura seda
o incenso acorda
o beijo no abraço,
o sorriso trai
no lugar vago
de quem em êxtase
se foi naquele quadro
aonde o sol
se põem
atrás do oásis.
o dedo na mesa
fica a pedra
presa no dente
depois de morder
a lua em seu deserto
vazio cheio de cavernas.
o amor viaja no sangue
movido a limão
e cana nobre
na pura seda
o incenso acorda
o beijo no abraço,
o sorriso trai
no lugar vago
de quem em êxtase
se foi naquele quadro
aonde o sol
se põem
atrás do oásis.
Um comentário:
Meu deserto encontrando o seu, num silêncio infernal, que corta nossos corações em porção, você é tão meu seu e eu tão seu... depois termino
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