
Embriagado pela acidez
do seu perfume
a fumaça do cigarro
desmaiou no cinzeiro
e os dentes sangraram no copo
o veneno destilado
dos lábios sôfregos de paixão
E a música rolando no recinto
a calça caindo na falta do cinto
desmanchou no tapete
dois corpos suados
pelo excesso de tesão
E o interfone gritando
na madrugada anunciava
a plateia barrada desesperada
na entrada do show
e a música se misturava
ao som da sirene
e das luzes vermelhas
da viatura
dos homens e seus coturnos
e de rostos soturnos
Batendo e berrando na porta
“É proibido o grito de amor
Tá valendo o grito de dor.”
Toca todo mundo pra 1ªDP.
do seu perfume
a fumaça do cigarro
desmaiou no cinzeiro
e os dentes sangraram no copo
o veneno destilado
dos lábios sôfregos de paixão
E a música rolando no recinto
a calça caindo na falta do cinto
desmanchou no tapete
dois corpos suados
pelo excesso de tesão
E o interfone gritando
na madrugada anunciava
a plateia barrada desesperada
na entrada do show
e a música se misturava
ao som da sirene
e das luzes vermelhas
da viatura
dos homens e seus coturnos
e de rostos soturnos
Batendo e berrando na porta
“É proibido o grito de amor
Tá valendo o grito de dor.”
Toca todo mundo pra 1ªDP.
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