fecha os dentes engolindo o sorriso,
cala o beijo
na garganta travada,
e o gozo
invade sob as unhas
cravadas na pele,
os segredos entregues no cansaço.
fecha a porta escondendo nos olhos
as delicias do prazer
sentida na língua
cala o beijo
na garganta travada,
e o gozo
invade sob as unhas
cravadas na pele,
os segredos entregues no cansaço.
fecha a porta escondendo nos olhos
as delicias do prazer
sentida na língua
no mel escorrendo montanhas
por segundos sem fim.
fecha o tempo lá fora
por segundos sem fim.
fecha o tempo lá fora
entre ventos e raios
aliviando o calor elevado do quarto
onde até a vidraça cúmplice
aliviando o calor elevado do quarto
onde até a vidraça cúmplice
embaçada guardava
a privacidade do instante.
por fim abre o sorriso
a privacidade do instante.
por fim abre o sorriso
no momento de trégua,
até o recomeço...
até o recomeço...
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