
o chão
desmonta
o joelho
na reza
a palavra espera
o revés não dito
escrito
lá na poeira
sobre a mesa
seca o último gole
e sob a mesma
migalhas
fugitivas
do pão.
a mão
suada
a face
surrada a noite
sopra
páginas amarrotadas
forra o frio
e o morro
escorre a chuva e a flor
aguarda a sorte
na mão lida
na rua e o espinho
fura a linha
curta da vida
e de lá se avista
a tristeza
na mesa o jarro.
é poesia
as dores
descritas
no embrulho jornal
onde o perfume
e o peixe
misturam no domingo
o gol
do titulo passado
e as palavras
cruzadas por terminar
insistem desafiar alguém.
Quem?
amanhã é segunda...
resiste um leve descontentamento...
desmonta
o joelho
na reza
a palavra espera
o revés não dito
escrito
lá na poeira
sobre a mesa
seca o último gole
e sob a mesma
migalhas
fugitivas
do pão.
a mão
suada
a face
surrada a noite
sopra
páginas amarrotadas
forra o frio
e o morro
escorre a chuva e a flor
aguarda a sorte
na mão lida
na rua e o espinho
fura a linha
curta da vida
e de lá se avista
a tristeza
na mesa o jarro.
é poesia
as dores
descritas
no embrulho jornal
onde o perfume
e o peixe
misturam no domingo
o gol
do titulo passado
e as palavras
cruzadas por terminar
insistem desafiar alguém.
Quem?
amanhã é segunda...
resiste um leve descontentamento...
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