
Da porta à sacada
espera a moça,
Da quadra a calçada
lua na poça,
Na chuva o guarda.
Do muro o reboco
fumaça do vicio,
Do canto o coro
sinfonia no inicio,
No tapa o choro.
Do infinito o espaço
No regresso à janela
Do ângulo o compasso
Na moldura a aquarela
Na encosta o paço.
Da dor a cicatriz
Na tela as cores
Da música o bis
Na poesia os amores
Do arco a íris.
E da Cecília?
isto e aquilo!
espera a moça,
Da quadra a calçada
lua na poça,
Na chuva o guarda.
Do muro o reboco
fumaça do vicio,
Do canto o coro
sinfonia no inicio,
No tapa o choro.
Do infinito o espaço
No regresso à janela
Do ângulo o compasso
Na moldura a aquarela
Na encosta o paço.
Da dor a cicatriz
Na tela as cores
Da música o bis
Na poesia os amores
Do arco a íris.
E da Cecília?
isto e aquilo!
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