quinta-feira, 9 de julho de 2009

sempre assim...



Sempre assim...
Quando esqueço de mim
Penso em ti
Chorando velhas canções
Que ficaram pelo caminho
Dos nossos sonhos.
O coração se recusa esquecer
Decide abandonar a razão
Comanda os passos
Na procura insana
Daqueles olhos
Que valem as lágrimas.
Sempre assim...
Quando ignoro
O que nunca fomos
Derramo saudades
Em letras cambaleantes
Em mais um copo de cerveja.
O frio do corpo
Carrega a esperança
E segue em frente,
Entre becos e ruelas
Na incerteza afoita
De ter novamente
Sua pele como cobertor.
Sempre assim...
E vale a pena!

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