Bati à língua entre os dentes
escutando as palavras
frias dos teus olhos
tatuando no pensamento roto
as duvidas e sem perceber,
perdi o achado, e outros,
dentre tantos, e fui esquecido
no canto obscuro da cidade.
Dancei, nas paralelas
do meu cansaço
pelo vazio das suas
estradas obstruídas
pelo senão dos passos
marcados nas rugas do rosto.
Minha atenção eu sei, ou sinto,
são para os momentos
das horas encobertas
pelo pó das vicissitudes
dos minutos. E agora?
Sigo só pelos muros da indecisão
desnorteando as linhas
curvas da poesia.
E a aranha dos dedos
tecem suas teias, no entanto,
não prendem as lembranças perdidas.
Ah, fico então a sorrir
à direita, em Campo Grande,
sentindo a distância de alguém.
Desencontro-me, e,
no retrovisor dos olhos
os seus reaparecem,
causando arrepios
escutando as palavras
frias dos teus olhos
tatuando no pensamento roto
as duvidas e sem perceber,
perdi o achado, e outros,
dentre tantos, e fui esquecido
no canto obscuro da cidade.
Dancei, nas paralelas
do meu cansaço
pelo vazio das suas
estradas obstruídas
pelo senão dos passos
marcados nas rugas do rosto.
Minha atenção eu sei, ou sinto,
são para os momentos
das horas encobertas
pelo pó das vicissitudes
dos minutos. E agora?
Sigo só pelos muros da indecisão
desnorteando as linhas
curvas da poesia.
E a aranha dos dedos
tecem suas teias, no entanto,
não prendem as lembranças perdidas.
Ah, fico então a sorrir
à direita, em Campo Grande,
sentindo a distância de alguém.
Desencontro-me, e,
no retrovisor dos olhos
os seus reaparecem,
causando arrepios
na pele dormente
pelos ventos frios
dos caminhos
dos caminhos
do Mato Grosso do Sul.
Mas, ao me ver sem ela
a dor e a solidão
Mas, ao me ver sem ela
a dor e a solidão
escancaram na janela
desfazendo o céu azul
nublando os olhos meus
deixando na placa ao longe
nublando os olhos meus
deixando na placa ao longe
os olhos seus.
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