
A manhã se avizinha
Cheia de manhas,
Onde o silêncio reclama
Nas poucas palavras mudas
Um poema a muito esquecido
No canto daqueles olhos.
Percorro os traços marcados
Pelas mãos tremulas de carinhos,
Devorando o grito contido
Em cada segundo adiado
Pelas inúmeras noites de insónia.
Deparo com o áspero muro da distância
Erguido nas fronteiras do coração,
E com volúpia alucinada e rebelde
A saudade sangra no branco do papel
Desejos contidos em versos de brisas
E no frio da noite
As lembranças de alguém singra
No oceano dos olhos.
Cheia de manhas,
Onde o silêncio reclama
Nas poucas palavras mudas
Um poema a muito esquecido
No canto daqueles olhos.
Percorro os traços marcados
Pelas mãos tremulas de carinhos,
Devorando o grito contido
Em cada segundo adiado
Pelas inúmeras noites de insónia.
Deparo com o áspero muro da distância
Erguido nas fronteiras do coração,
E com volúpia alucinada e rebelde
A saudade sangra no branco do papel
Desejos contidos em versos de brisas
E no frio da noite
As lembranças de alguém singra
No oceano dos olhos.
Um comentário:
Querido, coisa boa seria acordar todos os dias ouvindo suas letras...
Seriam realmente manhãs manhosas!
Grata por tanta beleza.
Bjs de estrelas
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